Não há amor maior que o Seu
Que banha o meu corpo
Envolvendo por inteira a minha alma
E liberta meu espírito
Faz o meu caminho
Ilumina os meus passos
Sonda o meu coração
Por toda vida és meu par
Mais íntimo confidente
Fonte de sabedoria da qual tenho sede
Aquele que É, sem desculpas
Que Era, pois é origem
Que há de vir, pelo Eterno
Sem começo nem fim, constante
Por ti inteiramente suspiro
Em ti completamente me inspiro
Criador maravilhoso
Transforma dor e lamento
Em vida e alento
Ternura viva, toda esperança
Não há maior amor que o seu.
faces
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Sobre aquele que É digno.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Casa
Não sou passagem, sou lugar
Se vier e não quiser ficar, passe
Eu abro caminho, seja feliz
Mas não bata na porta, só passe
Pois não sou passagem, sou lugar
Se quiser descanso, fique
Sente-se, sinta-se, tome um chá
Mas não entre se não quiser ficar
Pois não sou passagem, sou lugar
Se é curiosidade que te prende
a casa é de vidro, pode olhar
Mas não toque a campainha,
não me toque se não quiser lar
Pois não sou passagem, sou lugar
Se quiser casa, se quiser ficar, queira o compartilhar
Compartilhar cama, mesa, sofá, copo, prato, meias, coração, riso e mais
Mas se só quiser passar, siga
Pois não sou passagem, sou lugar.
Se vier e não quiser ficar, passe
Eu abro caminho, seja feliz
Mas não bata na porta, só passe
Pois não sou passagem, sou lugar
Se quiser descanso, fique
Sente-se, sinta-se, tome um chá
Mas não entre se não quiser ficar
Pois não sou passagem, sou lugar
Se é curiosidade que te prende
a casa é de vidro, pode olhar
Mas não toque a campainha,
não me toque se não quiser lar
Pois não sou passagem, sou lugar
Se quiser casa, se quiser ficar, queira o compartilhar
Compartilhar cama, mesa, sofá, copo, prato, meias, coração, riso e mais
Mas se só quiser passar, siga
Pois não sou passagem, sou lugar.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Reticencias
Ando tão cheia de palavras, mas tão cansada para lhes dar vida que meu peito implode, choro frases.
Quantos sujeitos meu coração remendará ? E quantos pronomes ele aguenta? Eu, tu, eles... Quantos nós?
E no verbo eu me enfado, desabo, me acalmo, e recomeço.
Uma nova oração...
Quantos sujeitos meu coração remendará ? E quantos pronomes ele aguenta? Eu, tu, eles... Quantos nós?
E no verbo eu me enfado, desabo, me acalmo, e recomeço.
Uma nova oração...
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Sobre algo que eu não sei o nome
Eu tento rodear o tempo
eu tento dançar no vento
eu tento entender no momento
porque o tempo e o vento
Passam.
A saudade parece fita
se enrola com o tempo e o vento
me aperta
não passa.
Olhos fechados
chuva cai
leva o tempo, o vento e a fita.
Vai Passa(n)do
eu tento dançar no vento
eu tento entender no momento
porque o tempo e o vento
Passam.
A saudade parece fita
se enrola com o tempo e o vento
me aperta
não passa.
Olhos fechados
chuva cai
leva o tempo, o vento e a fita.
Vai Passa(n)do
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Respiro
Minha alma se perturba
se aflinge
chora e grita
quer fugir, não deixo
quer morrer, eu vivo
Minha mente se acalma
espera
sensata, conhece
confia, serena
E eu?
Pois eu, sou isso
carne e espirito
choro, grito
fujo, morro, vivo
me acalmo, espero
conheço, confio
E então, serena, me lembro
"sereno é quem tem a paz de estar em par com Deus"
Respiro.
paráfrase: Sl 42:11
se aflinge
chora e grita
quer fugir, não deixo
quer morrer, eu vivo
Minha mente se acalma
espera
sensata, conhece
confia, serena
E eu?
Pois eu, sou isso
carne e espirito
choro, grito
fujo, morro, vivo
me acalmo, espero
conheço, confio
E então, serena, me lembro
"sereno é quem tem a paz de estar em par com Deus"
Respiro.
paráfrase: Sl 42:11
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
CANTO
O meu canto cantou
cantou pelas ruas
praças
cidades
devassas
mentes
montes
fomes
frio
sotaques
compromissos
romances
lances
freelancers
E o canto ecoou
como o vento
sem fim
para além do momento
sem direção.
O meu canto cantou
cantou por meus olhos
lábios
dedos
peito
garganta
traqueia
suor
e minhas lágrimas
E o canto ecoou
como uma erosão
com o tempo
as profundezas do meu coração
O meu canto cantou e canta
o Amor.
cantou pelas ruas
praças
cidades
devassas
mentes
montes
fomes
frio
sotaques
compromissos
romances
lances
freelancersE o canto ecoou
como o vento
sem fim
para além do momento
sem direção.
O meu canto cantou
cantou por meus olhos
lábios
dedos
peito
garganta
traqueia
suor
e minhas lágrimas
E o canto ecoou
como uma erosão
com o tempo
as profundezas do meu coração
O meu canto cantou e canta
o Amor.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Cais.
"...Olhando pra mim, abriu os Seus braços e me chamou.... Vem... Misericórdia, Graça e um cálice de amor, estão na minha mesa antes do sol se por..."
-Palavrantiga
Andava eu a navegar
Pensava eu que andava
No mar, eu cambaleava
Não que não goste da tempestade
Não que não goste da calmaria
Nas duas se tira sabedoria
Mas então...
O que há?
O que não há?
...
Cais
...
Uma ancora escarlate me uniu ao cais
Se prendeu a mim dizendo "Não sairei jamais!"
Me deixa ir mar a dentro
Na calmaria ou na tempestade
Porém de tardinha me leva ao cais
Cais sempre de braços abertos
Encontrei o meu lugar.
Quiçá.
Guardo por ti, uma ternura pra mim
sem porque, enche o meu coração
se expande num sorriso
inunda meus olhos
embala meu sono
vai ver mesmo minha ternura goste de você
e saia por ai se amostrando
te esperando.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Sentir.
Nem tudo precisa fazer sentido, nem toda palavra precisa ser dita pra ser palavra, as vezes a palavra é sentida e pra quem não sente fica sem sentido.
É o ser humano, a humanização, a abstração do que em sentimento se faz material.
E talvez, na falta de sentido se encontre nem tão explicitamente porém escondido no sentir o então esperado sentido.
Então não preciso dizer com palavras , mesmo que eu diga a todo momento, se você sentir.
É o ser humano, a humanização, a abstração do que em sentimento se faz material.
E talvez, na falta de sentido se encontre nem tão explicitamente porém escondido no sentir o então esperado sentido.
Então não preciso dizer com palavras , mesmo que eu diga a todo momento, se você sentir.
domingo, 30 de dezembro de 2012
"Fly away
(...)where heaven calls my name
Fly away, I'll never be the same
Investigate, I can't wait
Excavate, recreat"
Clima nostalgico esse de fim de ano/começo de ano, e eu mais uma vez fazendo as malas, malas essas que passei o ano fazendo e desfazendo.
A primeira mala que fiz foi pra Foz, cidadezinha da triplice fronteira Brasil, Argentina e Paraguai, mal sabia eu que o que me aguardava nessa cidadezinha seria a fronteira de mim mesma, meus limites, e de lá da Uniamérica, as malas pro Hotel Dom Pedro, ao som de 'Paciencia' e a frase dolorosa e confortante '' a vida não para".
E novamente São Paulo, como manter a vida igual se você já não é mais a mesma? Como se fixar se você voltou com as malas em mãos, mas a alma, o espírito, esses ainda estavam em viagem.
Malas prontas pro RJ, diversas vezes, e ai, eu me sentiria estranhamente em casa, num lugar que nunca havia pisado, nem visto, mas tinha ali todo o conforto para respousar. Ainda não era o tempo de ficar, ainda não é, então as malas voltaram pra SP.
Foram conhecer a família de um amigo amado, no sul de MG, uma tal de Carmo do Rio Claro, as malas voltaram ricas, cheias de amizades, ricas de humanidade, com fortes laços. Mas voltaram pra SP.
Agora se aprontam pra BH, onde presumo que passarão algumas fronteiras mais, fronteiras da musica, do amor, de conhecimento, de missão, as malas se aprontam como quem dança o ritmo do vento e se alegram com a suavidade de uma passaro que plana. As malas estão prontas.
Te vejo em breve São Paulo, minha SP amada, cheia de amores, mas te levo sempre na mala.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Chuva
O meu coração é a terra árida e espinhosa
Há o calor sufocante
Há os grandes espinhos fincados onde às vezes sangra
Há um desejo calado que anseia gritar
Há um grito calado que anseia desejar
Há uma pequena nuvem do tamanho da mão de um homem
Fora um homem, sangrou, e até o calado ouviu
Mas ainda é, reconhece essas terras
Conhece esse coração
Derrame então a chuva.
Haja Chuva.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
O passado, as asas e a esperança
O tempo passou.
Nesse ano que mal passou da metade ja vivi tantas vidas, tenho todas em mim, porém nenhuma no papel. O papel tem fugido do meu tempo, e meu tempo tem fugido do papel, porém, hoje junto papel e tempo em mim.
Saudade, palavra que acompanha todos os meus pensamentos, saudades de momentos, de lugares, de cheiros, de conversas, de abraços, de sorrisos, de me sentir tão leve ao ponto de voar. São raros os momentos de voar, são constantes agora, mas passam.
E é essa a questão, eles passam. O que fazer com um passado tão bom? Aguardar esperançosamente e deixar o coração aberto para qualquer outra possibilidade de voar,estar sensivel ao vento.
Esperar com os pés no chão porém os olhos no alto e ter a certeza que quando eu fechar os olhos, nem que seja pra um piscar terei momentos lindos que me fazem sorrir a alma.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Let it burn
E ela ficou ali, olhou o presente, olhou o passado, juntos.
Esperou a dor de um sonho morto.
A dor não viria.
A ausencia a incomodava, ou o que realmente seria?
Tão acostumada ao pós endorfina mais parecido com estrogênio em plêna dilatação de parto, estranhou quando não sentiu as dores, cada vez maiores em menor espaço de tempo.
Estranhou olhar e não sentir desejo, estranhou o não-desejo de olhar.
Colocou a mão no coração para identificar se ainda havia sinal de vida... Batendo, calmo, num compasso calculado.
Respirava.
Mas a dor não vinha.
Sorria junto, sentia o cheiro, arriscou e deixou-se num abraço, percebeu a satisfação do ato pelo outro, percebeu a alegria, porém dentro de sí só a duvida da ausencia se manifestava.
E nem sinal da dor.
Sentou em sua cama, olhou pro passado, esperou a dor.
E tudo que conseguia ver era um futuro de esperança, de alegria, de conquistas, de algo novo, um RECOMEÇO, um novo sonho sendo gerado...
e apenas um passado no passado.
Abriu o livro
Queimou a página
Acordou para um novo tempo, um novo dia em um novo sonho.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
scars
Continua dentro de mim, continua passando por entre as minhas veias, continua gelando o meu coração, continua querendo sangue, sugando a morte como um desesperado, pedindo pra que ela com uma tragada só extermine tudo que há em mim, todo oxigênio, tudo que se pode considerar vida.
Passei tanto tempo vivendo abundantemente que me esqueci como dói essa ferida, ardida corrompe toda a minha alma, o roubo a morte e a destruição como uma injeção de euforia apática percorrendo o meu corpo trêmulo querendo tragar toda luz que há em mim.
Totalmente auto-destrutivo.
Esqueci a força que todo esse veneno tinha dentro de mim, esqueci a cor dos meus olhos vermelhos banhados de morte, vazios, completamente secos pelas lágrimas que não escorreram, viraram mágoa e dor em toda essa composição. Deixando tudo árido. Agora vejo a força da luta de todo dia, é mais difícil do que possa aparentar, mais profundo, mais complexo, mais humano.
...
Velha imagem, fraca, chorando uma dor que ninguém entende, ninguém sente, ninguém consegue ver.
...
Por favor, me lave com Teu sangue, purifica as perversidades que há em mim.
Clamo Sua redenção, sou forte somente em Ti, só vivo com a Tua graça.
sábado, 17 de setembro de 2011
Manuscrito
Já faz um tempo que corri das palavras, nada contra elas, mas sim em como empregá-las, tantos fatos, tantos sentimentos, deixo o encargo na memória, assim a valorizo e valorizo também as palavras, pois quando os usar, terei certeza de que é algo digno de ser lembrado, algo para as memórias, olhos, ouvidos e corações que na leitura encontram um novo mundo cheio de esperança.
O papel e a caneta quase não se reconhecem no processo de volta, a mente corre para as idéias e se une a elas para caçar as tão astutas e certas palavras.
Ora, mas porque voltar a elas? Porque voltar a escrever?
Para aqui relatar a esperança, relatar o sorriso, os olhos, mas ainda, o motivo do sorriso e a intensidade de um olhar, para dizer aos românticos do amor e ao realista dos detalhes.
Dar espaço a minha alma, deixá-la crescer enquanto espero para abrir meu coração.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Preto
Abandono, dor, mágoa, rancor, abuso, Lord Byron sem bohemia, Werther sem o amor. Um poço infindo onde cada centimetro sobe o grau de dor, onde não há quem te ouça, onde o prazer em doer surge depois do conformismo, onde a alma dilacera o Espírito, onde ninguém tem acesso.
Sua mente, o darkside, o sadismo, a sede, o masoquismo.
A ausência.
Blood is the new black.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Confissões dEla'
'Vem vambora que o que você demora, é o que o tempo leva...'
Ela ainda podia sentir a sensação de ter a barba dele em suas mãos, vagava noite a dentro não em um sonho mas sim na realidade, nenhum beliscão a traria pra realidade, tudo havia sído real desde a primeira vez.
Bloqueios estavam cada vez mais fracos e desnecessários, Ele havia conquistado com seu jeito a confiança, o carinho, e como dito por Ele uma vez 'roubaria seu coração' e ela começava a perceber os sintomas de um coração que estava indo embora morar em outro peito.
Distante dEle percebia o quão se sentia incompleta, o quão era feliz quando estavam lado a lado, de mãos dadas ou abraçados, o quão gostava das piadas sem graças e nerds dele, o quanto gostava de ouvir Ele falar sobre video-games e carros que Ela nem fazia idéia mas que vindo dEle se tornavam interessantes, o quanto Ela sentia falta de ter aqueles lindos olhos na sua frente pra se perder num silencio confortavel, o quanto Ela gostava de o abraçar mesmo Ele não fazendo idéia de que ela fechava seus olhos e sorria com o corpo inteiro enquanto Ele a mantia em seus braços, o quanto Ela gostava do barulho que a risada dEle fazia, nada sinfônico, porque era real.
Imaginava como seria estar com Ele no exato instante, como seria estar deitada ao lado dEle pra domir, sentir o corpo dEle eletrizando Ela o tempo todo, como seria viver o futuro. Sabia que esse pensamento denunciava as mentiras de seu monólogo interno que friamente anunciava 'Estou bem só, não quero me prender, sou inatingivel agora, não espero nada de ninguém'
Ela desejava fugir, e se fosse dar ouvido para seus mais intimos anseios fugiria pra qualquer lugar que fosse perto dEle, com Ele iría para qualquer lugar, se perderia no mundo, o mundo que era apenas testemunha.
Tinha plena ciência que a cada vez ficaria mais forte, mais dificil deixa-lo ir, mas sua confiança não deixaria doer, e que em cada telefonema de saudade a voz dEle a faria sorrir e sentiria seu corpo aquecer.
Ela estava realmente feliz. Realmente.
Não tinha mais medo, não tem mais medo.
Ela queria que Ele soubesse.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Branco.
O amor era branco, puro, percorria seu corpo sem pressa, tornava cada pulsar em alegria, preenchia o vazio da melhor forma, nunca faltava, nunca sobrava, sempre exato, presente, maravihosamente cativante.
Não provinha de homens, por isso tamanha perfeição, fluia da essência, do ato, era o movente, era a esperança, era a vida, a derrota da dor e o fato da fé.
A musica, a dança, o sorriso nos olhos.
Durou até os 14.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Monocromático.
O sol daquele verão atingia Ela pela primeira vez, ou Ela sentia o mundo denovo depois de 10 anos, a dor apertava bem no fundo as vezes, mas Ela tinha escolhido viver então conviveria com esse aperto até a morte.
A morte, verbo de todas as dores, não ameaçava mais seus olhos molhados, molhados como a chuva que varria o reflexo do sol no chão.
O vento tornava real a mudança que ocorria a cada segundo, modificando tudo ao redor, inconsciente de que a maior mudança já tinha sído feita, dentro dEla.
Seu mundo monocromatico aconteceu aos 8.
Não tocou mais em seus brinquedos para fazer a linda boneca princesa casar com o principe, não fez mais o bebê tomar mamadeira, arrotar, nem ouvir canções de ninar, não permitiu que nenhuma cor atravessasse o monocromatico denovo.
A morte, verbo de todas as dores, não ameaçava mais seus olhos molhados, molhados como a chuva que varria o reflexo do sol no chão.
O vento tornava real a mudança que ocorria a cada segundo, modificando tudo ao redor, inconsciente de que a maior mudança já tinha sído feita, dentro dEla.
Seu mundo monocromatico aconteceu aos 8.
Não tocou mais em seus brinquedos para fazer a linda boneca princesa casar com o principe, não fez mais o bebê tomar mamadeira, arrotar, nem ouvir canções de ninar, não permitiu que nenhuma cor atravessasse o monocromatico denovo.
A inocência havia sído roubada e ninguém parecia se importar ou ver os berros dos olhos dEla que se tornavam foscamente monocromaticos.
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